Welcome to QUARTO! We are an artist-duo, Anna af Sillén de Mesquita and Leandro Zappala, collaborating since 2003. Feel free to read more about US and check out our PERFORMANCES or Send us a mail.

NOVO TRABALHO DA QUARTO > THISENTANGLEMENT

Estréia mundial no Moderna Museet (Museu de Arte Moderna de Estocolmo) / 29 + 30 de setembro + 1 de outubro 2017 > Mais informações em breve no site do Museu modernamuseet.se/ !

QUARTO ENTANGLEMENT(S) small

THISENTANGLEMENT – Esta peça de longa duração – dois corpos capturados por 1000 metros de corda preta – é um desdobramento do trabalho anterior, CORPO NÓ. O trabalho navega pelo espaço em transição e transborda o objeto/sujeito dividido através de metamorfoses contínuas em uma enorme trilha negra: uma pilha torna-se lasso, chicote, cobra e, então, um enorme nó, uma imagem multidimensional, um acidente e um ornamento espacial, um labirinto, uma massa extensa entrelaçada, escondendo, revelando, tornando-se os corpos que conecta e separa. No processo, as lacunas entre binários convencionais de gênero (masculino/feminino) e substância (presença/ausência) são reveladas e habitadas. O preto da corda na obscuridade do espaço, em contraste com a pele dos corpos nus, invoca um ritual animista, que parece imbuir um objeto utilitário com energia e movimento, despertando sua própria vida interior.

TURNÊ

Performance DURATIONAL ROPE

18 OUTUBRO 2017
FIERCE FESTIVAL HUB – QUANTUM EXHIBITION CENTRE, 30-34 RIVER STREET, DIGBETH / Birmingham, Inglaterra

Performance BELEZA DO ACASO

11 Março 2017
TEATRO FRASCATI – SOMETHING RAW Festival / Amsterdam, Holanda

Performance DURATIONAL ROPE

26 Abril 2017
SURSOCK MUSEUM – BIPOD Festival / Beirute, Líbano

5 / 6 Maio 2017
DONAU Festival / Krems, Austria

Performance CORPO NÓ

12 / 13 Maio 2017
REPLAY – MDT STOCKHOLM / Suécia

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CORPO NÓ

CORPO NÓ foi COPRODUZIDA em residências artísticas no Uferstudios Berlim, MDT Estocolmo, Inkonst Malmö e na Cullberg Ballet.

Uma investigação pragmática e filosófica envolvendo um CORPO NÓ.
O corpo tem sido por séculos e ainda é associado a determinados campos da história: memória, classe, utilidade, gesto, gênero, etc. É uma construção que está vinculada a uma representação de ordem social (que se esforça por uma funcionalidade como um meio para se comportar dentro das normas), em si mesma já uma imposição a ser encarnada/corporificada.

Tendo em conta que a nossa atenção está na experimentação entre o corpo e uma longa corda de 1000m – pesando aproximadamente 80k – corda-corpo, corpo-nó, corpo-vazio, corpo-nós – NÓS como pronome pessoal correspondente à primeira pessoa do plural, mas também o plural de NÓ: do latim Nodus – a obra é uma tentativa de escapar dos atributos diários do corpo e dar-lhe um sentido insuspeitado, ou seja, além do entendimento de uma relação corpo = objeto representativo. Desse modo, o que é provocado com o NÓ – a experimentação com o nó/emaranhado, nos parece radical, porque tem a intenção de abandonar algumas formas reconhecíveis, movimento e coreografia que têm sido dominantes, e apontar para um caminho fora da dominação histórica, enquanto lidando com um objeto que é uma das invenções mais antigas e importantes da humanidade: a corda e consequentemente a imagem do emaranhado e do nó.

Este ‘corpo nó’ nos é revelado no momento em que o experimentamos preso à corda, onde os limites entre o corpo e o nó tornam-se difusos. Precisamente neste lugar NÓS testemunhamos a potencialidade criativa do CORPO NÓ libertando-se de suas representações sociais e de gênero. O NÓ pretende produzir um espaço, uma imagem, um fragmento aonde o corpo está envolvido com a corda: enrolando/desenrolando, enredando/desenredando embaraçando/desembaraçando, puxando, vendando-se e, em seguida, desvendando-se novamente. Isso nos conduz as seguintes questões: Como ir além do significado anteriormente atribuído ao corpo? Quais problemas aparecem nessa relação? Que tipo de movimento é extraído dessa interação? Onde esta pesquisa pode nos levar ao tentarmos re-significar a relação entre o corpo e o nó?

Este projeto é coproduzido pelo MDT, pelo Inkonst e pela Cullberg Ballet e faz parte do programa “Life Long Burning” – apoiado pelo Programa da União Europeia e pela Cullberg Ballet 2013-2018.